Estudantes e comunidade plantam árvores no Parque Caldeira (Foto: Arquivo Pessoal)

A manhã de sábado (21) ficou marcada por uma mobilização no Parque Caldeira de alunos do curso de Geografia, da UniFAI (Centro Universitário de Adamantina), moradores vizinhos a área de lazer e frequentadores do local. Eles realizaram o plantio de mudas com apoio da Secretaria de Meio Ambiente de Adamantina.

A ação, idealizada pelos estudantes Daniel Fabri, Eduardo Santos e Camila Dias Prado, faz parte das atividades previstas no TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) orientado pela professora doutora Izabel Castanha Gil, que tem como tema ‘Pesquisa participativa como estratégia para proposição de melhorias no Parque Caldeira, de Adamantina (SP)’.

Segundo os alunos, o Parque Caldeira se caracteriza como uma área de lazer bastante frequentada por moradores, que residem nas proximidades, embora sua manutenção atual deixa a desejar. “O estudo tem por objetivos conhecer o histórico do Parque e seu uso, bem como propor estratégias de mobilização popular para melhorias. Um dos conceitos centrais do trabalho é o de pesquisa ação, que tem caráter participativo com contribuição à mobilização social”, explica Daniel Fabri.

Estudantes e comunidade plantam árvores no Parque Caldeira (Foto: Arquivo Pessoal)
Estudantes e comunidade plantam árvores no Parque Caldeira (Foto: Arquivo Pessoal)

A partir do questionário aplicado aos moradores, os estudantes do 6º termo de Geografia constaram que muitos sentem a necessidade de mais árvores no local, para sombra próxima à pista de caminhada, como de espécies frutíferas, que atraem pássaros e embelezam ainda mais o parque. “Esse espaço serve como área de lazer para moradores de pelo menos sete bairros adjacentes ao parque e também funciona como um meio de encurtar o caminho para o trabalho de algumas pessoas”.

A situação em que se encontra o local é preocupante, pontua os alunos. Banheiro incompleto, equipamentos de ginástica quebrados, pouca limpeza e pista com buraco foram alguns dos problemas encontrados. Porém, ainda existem meios para revitalizá-lo, afirmam os estudantes.

“A pesquisa-participativa é uma forma interativa de diagnosticar as necessidades e, ouvindo as pessoas diretamente envolvidas, é possível propor intervenções. A solução resulta de ações articuladas entre os pesquisadores, a população envolvida e as instituições responsáveis. Como uma ideia a ser abordada e explorada nesta situação, pois este conceito possui ponto específico que é de nosso interesse como pesquisadores e também que pode contribuir para alcançar os objetivos levantados pelo trabalho”, explica Fabri.

Os alunos, um dia antes da data marcada para o plantio das mudas, convidaram os frequentadores e moradores para que, no dia seguinte, estivessem presentes e participassem do plantio das mudas de árvores. “A ação foi aplaudida pelos moradores, que apoiaram a ideia e nos presentearam com a participação e novas sugestões. Tudo caminha para novas parcerias, sempre visando o bem da coletividade”, finaliza Daniel Fabri.

Estudantes e comunidade plantam árvores no Parque Caldeira (Foto: Arquivo Pessoal)
Estudantes e comunidade plantam árvores no Parque Caldeira (Foto: Arquivo Pessoal)

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