Santa Casa de Marília, cardiologista Marcos Tiveron e equipe médica com apoio da “REC”: “Eu vi a morte e ela estava vida…” (Cazuza)

Artigo do professor universitário Sérgio Barbosa

“O melhor médico é aquele que recebe os que foram desenganados por todos os outros.”

“A medicina é a arte de acompanhar a vítima, com palavras gregas, à derradeira morada.” (Dino Segre)

 “O que diz respeito aos médicos, só os médicos tratam; de ferragens cuidam os ferreiros”.

Ao cardiologista MARCOS TIVERON e Equipe, dedico!

Neste artigo, sendo que continuo “batendo na mesma tecla” como dizem aqui ou ali, porém, reafirmo que tais registros são necessário tendo em vista todos os procedimentos médicos que ocorreram depois do dia 23 de outubro no tempo do meu tempo…

Portanto, como sempre, “A César o que é de César”, também, “A quem Honra, Honra”, ainda mais em meio aos desencontros entre viver ou morrer deste ou do outro lado e ponto quase final…

Depois dos desencontros que ocorreram quando da entrada na “Santa Casa de Adamantina”, isso no dia 23/10, bem como, solicitação da transferência para a “SANTA CASA DE MARÍLIA”, pode-se escrever que tal viagem tornou-se uma eternidade por causa do “infarto” e mais do que nunca, correr contra o tempo do tempo para tentar de um jeito ou de outro, buscar continuar viver para fugir da morte…

Na chegada em Marília, ainda, antes dos procedimentos médicos visando a primeira cirurgia, ocorreu a necessidade emergencial de um “choque” para sair do estado de morte para continuar vivendo, tendo em vista que a situação era trágica em todos os sentidos…

Confesso, não desejo tal “choque” nem para o meu “pior inimigo”, ainda, só mesmo quem passou por esta etapa pode escrever ou afirmar alguma coisa, sem esquecer que neste momento, estava consciente de tudo o que estava ocorrendo em minha volta…

Mas, o objetivo deste artigo é ressaltar o compromisso da SANTA CASA DE MARÍLIA por meio da Equipe Médica sob a coordenação do cardiologista MARCOS TIVERON, na busca incessante para que o atual quadro fosse revertido de um jeito ou de outro…

Se o mesmo me permite, prefiro a partir deste momento, utilizar o segundo nome, ou seja, TIVERON como uma marca mais do que registrada, também, destacar e ressaltar a equipe médica envolvida em todos os procedimentos com os/as médicos/as, a saber: MILENA, MARA, FÁBIO, VIVIANE, BERGANO, SÉRGIO e CAIO…

Não se pode esquecer, também, a Equipe REC que esteve mais do que presente no período do pós-operatório que permaneci por 10 (dez) dias da UTI sem mais e sem menos…

Entretanto, os mais sinceros agradecimentos ao cardiologista MARCOS TIVERON e Equipe Médica, pelo compromisso e dedicação aos desencontros que ocorreram neste período de permanência na UTI, considerando que tornou-se uma epopéia entre viver ou morrer…

Porém, a vida prevaleceu para mostrar que “tudo é possível” para ambos os lados, ou seja, “Médicos/as, Equipe REC e paciente”, bem como, todas as condições disponibilizadas pela UTI CARDÍACA DA SANTA CASA DE MARÍLIA e apoio da UNIMED…

Neste contexto plural para os fatos aqui registrados, pode-se reforçar com uma frase não sei de quem, mas que afirma: “se médico pensa que é Deus, jornalista tem certeza”, todavia, um Publicitário disse o seguinte, a saber: “e quem inventou Deus foram os publicitários”…

AVE SANTA CASA DE MARÍLIA!

AVE MÉDICOS/AS E QUIPE REC!

AVE MARCOS TIVERON!