Sergio Barbosa, sebar@uol.com.br

“As montanhas da vida não existem apenas para que você chegue no topo, mas para que você aprenda o valor da escalada.”

“É melhor ser verdadeiro e solitário do que viver em falsidade e estar sempre acompanhado.”

“Na minha vida até agora, descobri que na verdade só há dois tipos de pessoas: aqueles que estão com você, e aqueles que estão contra você. Aprenda a reconhecê-los, pois eles são frequentemente e facilmente confundidos um com o outro.” (Lemmy Kilmister – Motörhead)

Nesta semana que está indo embora deste tempo novo tempo, acredito que faz se necessário registrar dois fatos, primeiro, no dia 24 de outubro do ano passado, ocorreu um desencontro do meu lado relacionado com a saúde por meio de um “infarto” e no momento, ainda, continuo de “licença médica” e buscando a recuperação com sessões de fisioterapia, remédios e dieta…

O outro fato, talvez seja aquele que pode “mudar pra sempre” os destinos deste “País do faz de conta”, ou seja, o segundo turno das eleições para os cargos executivos em níveis de presidente da república e governador do estado…

Ainda, não se podem deixar de lado ambos os fatos esta semana, no meu caso em especial, também, espero continuar firma nos cronogramas da recuperação de um jeito ou de outro, além do mais ou de menos, tais desencontros acabam de um jeito ou de outro fortalecendo as relações de amizade e familiar…

Entretanto, no outro caso, ou seja, quanto às escolhas pelo voto democrático dos cargos em questão, entendo que seja qual for à escolha dos/as eleitores/as para “presidente” ou “governador do estado”, todos perderam alguma coisa ou muitas outras coisas neste meio sem fim ou início de alguma “coisa”…

Não se pode esperar que as decisões para tais escolhas fossem as mais acertadas, tendo em vista que a “maioria vence”, todavia, sempre é bom recordar o Escritor, NELSON RODRIGUES que afirmou, a saber: “toda unanimidade é burra” e ponto quase final aqui ou ali…

Trata-se de um “novo tempo novo” em todos os aspectos envolvidos neste jogo mais do que interessante e vamos que vamos, como sempre, tentando sempre acertar com as nossas escolhas deste ou do outro lado de um mesmo lado…

O momento é para muitas reflexões sobre tudo e todos, pois existem muitas perguntas “no ar” para poucas “respostas” e assim, dizem, “caminha a humanidade” em tempo de pós-globalização midiática…

Retornando, no meu caso relacionado com a “recuperação” neste tempo novo tempo do meu tempo, existem algumas alternativas quanto ao outro lado, entretanto, dependendo das nossas escolhas nestas eleições, pode-se afirmar que serão quatro longos anos entre muitas idas e poucas vindas para a sociedade tupiniquim…

Existe outra máxima que afirma: “nada é para sempre”, haja vista que tudo muda de uma hora para outra e neste meio sem início e muito menos fim, nada se pode esperar de avanço em todas as áreas dependendo das nossas escolhas…

A reflexão sobre tais fatos é mais do que necessária neste cenário conturbado e incerto quanto ao “amanhã” e o tempo do tempo continua sendo o tempo sem o tempo em busca do tempo…

Os denominados “cuidados” são necessários frente ao “desconhecido”, porém, mais do que esperado nesta conjuntura mediada pelo falso conservadorismo ou moralismo em terras provincianas, ainda, fortalecida pelo “senso comum” que predomina nas redes sociais em nome disto ou daquilo…

Finalizando, cada qual sabe onde aperta o/a seu cinto/a, se bem que, usar deste artefato hoje em dia está cada vez mais distante das ocorrências que antecedem as nossas escolhas nas áreas afins aos nossos interesses…

QUEM VIVER VAI VER…