Lucélia também busca alternativas após interdição de aterro sanitário

Em janeiro, após decisão judicial, a Prefeitura teve que interditar o aterro sanitário

Além de Adamantina e Osvaldo Cruz, Lucélia é outro município da microrregião que sofre para destinar corretamente os resíduos produzidos pela população. Em janeiro, após decisão judicial, a Prefeitura teve que interditar o aterro sanitário.

O ato seria feito na última semana, quando o secretário estadual de Meio Ambiente, Ricardo Salles, lacrou definitivamente dois aterros clandestinos em Adamantina e Osvaldo Cruz. Mas, em vistoria da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) no dia 8, foi constatada a interdição da área pela própria Prefeitura, atitude que foi elogiada por Salles, ressaltando a importância da busca de medidas ambientalmente corretas e o cumprimento do que determina a Justiça.

“Não é nada fácil sair da inércia e encontrar soluções de problemas crônicos em nosso município no que diz respeito a resíduos sólidos”, disse Fontaine Tazinazzo Bastos, diretor de Meio Ambiente. “A principal solução quanto à destinação ambientalmente correta depende principalmente de cada morador de nossa cidade, com a separação desse material, seja no dia-a-dia através da coleta seletiva separando seus resíduos recicláveis as terças e quintas-feiras, não jogando lixo orgânico ou reciclável dentro das caçambas que são destinados às resíduos de construção civil, separando adequadamente folhas e material de jardinagem dos demais”.

O diretor lembra ainda que “cada resíduo tem seu lugar certo e cabe a nós, população, realizar esse trabalho de separação, seja em nossas casas ou empregos, assim, de uma maneira ordenada, cada resíduo terá sua destinação correta, cuidando do meio ambiente, de uma cidade mais limpa e consciente do descarte do que produz”, diz.