Sergio Barbosa, sebar@uol.com.br

”Paciência – Aprender que tudo tem o seu tempo. Que tudo vem a seu tempo. Dar o tempo necessário. Para crescer. Brotar. Florescer. Aceitar o ciclo da vida. Respeitar o fluxo do tempo. Observar o tempo passar. Esperar o tempo certo. Pra plantar. Pra colher. Pra agir. Pra seguir. Pra aprender.”

“O eletricista vai à UTI de um hospital do SUS, olha para os pacientes ligados a diversos aparelhos. Bate palmas e diz bem alto: – Atenção moçada! Vamos dar uma respirada bem fundo, que eu preciso trocar um fusível.”

Ao Nivaldo, dedico!

Existem diversas pendências que não podem espera para isto ou mais aquilo, ainda mais quando ao atendimento tem como objetivo fundamental a prestação de serviços junto à comunidade em nível regional…

Desde março deste ano, ainda, seguindo as recomendações “expressas” do cardiologista visando a “recuperação” depois de um infarto que ocorreu no ano passado, quando o mesmo disse em alto e bom tom: “a única Clínica de Fisioterapia que indico é a da FAI…”

Desta forma, fiz a minha inscrição como um “ser mortal comum”, porém, os/as professores/as responsável pelo atendimento ficaram sabendo do meu problema e acabaram interferindo visando o atendimento sem mais e sem menos…

Assim, pode-se escrever que nestes últimos meses estou sendo atendido pelas estagiárias nas áreas da CARDIORRESPIRATÓRIA E ORTOPEDIA, neste caso, por causa de problemas decorrentes da coluna, ainda, no próximo ano, estarei sendo atendido na GERONTOLOGIA em função de problemas com “equilíbrio” e ponto quase final…

Não se pode ficar alheio aos problemas que estão ocorrendo naquele local mais do que necessário para a comunidade regional neste tempo novo tempo…

Entendo que pelo meu “olhar”, ainda, como “testemunha ocular” das ocorrências com isto e mais aquilo, bem como, o descaso da direção da instituição para com a manutenção do “espaço físico” e tudo mais em meio ao tudo de menos…

A maioria dos/as pacientes é de “origem humilde”,  portanto, o mínimo que os mesmos receberem quanto ao atendimento e apoio, fazem a diferença em todos os sentidos, todavia, no meu caso, tenho mais do que obrigação de “colocar a boca no trombone” em nome destes pacientes, funcionários/as, docentes responsáveis e estagiárias/os que estão mais do que presente nas atividades desenvolvidas pela FISIOCLÍNICA…

Neste cenário que exige providências urgentes em todas as áreas de atendimento, procurei o apoio de alguns vereadores para uma possível solução, tendo em vista que segundo as informações aqui e ali, não tem como “arrumar ou reformar” o local, pois o prédio não pertence ao poder público local…

Entretanto, existe uma placa de inauguração do local, datada de 1978 que registra que a construção só foi possível por meio de uma parceria entre os governos federal, estadual e municipal…

Dentre os vereadores contados para visitar o local, apenas dois deram o “ar da graça”, os outros disseram que fariam uma visita e até o momento, pra variar, nada de nada…

Porém, 2020 estão batendo na porta e tudo indica que estarei por lá para os atendimentos que de acordo com os responsáveis pelas sessões de fisioterapias serão a “perder de vista”…

Finalizando, diz o dito popular, a saber: “ quem cala consente”, porém, sinto no dever e compromisso como docente da instituição para com as pessoas que circulam naquele espaço físico para isto ou mais aquilo…

Tais projetos vinculados à área de extensão comunitária, bem como, ao “ensino” e até mesmo da “Pesquisa”, deveria ser uma “vitrine” para a instituição que busca o fortalecimento da sua “marca” no mercado em tempo de pós-globalização…

QUEM VIVER VAI VER…