Lucélia avalia nível de infestação de larvas do mosquito da dengue na próxima semana

O Departamento de Controle de Vetores realiza Avaliação de Densidade Larvária em 733 residências a partir de segunda-feira (9)

A partir desta segunda-feira (9), o Departamento de Controle de Vetores inicia a Avaliação de Densidade Larvária (ADL) nas residências de Lucélia. Este serviço consiste no cálculo do Índice Breteau (IB), utilizado para verificar a incidência de larvas do mosquito aedes aegypti na área urbana.

As amostras de larvas recolhidas serão levadas a um laboratório para análise e identificação das espécies. Após a realização da avaliação, a equipe irá nortear as medidas e ações de prevenção e controle.

De acordo com a diretora do Departamento de Controle de Vetores, Amanda Delibório de Paula, serão avaliadas 733 residências da cidade. No ano de 2016, o município de Lucélia registrou 34 casos de Dengue.

Programa

O Governo do Estado lançou em fevereiro de 2016 o Programa “Todos juntos contra a Aedes aegypti” e deverá continuar até abril desse ano, sendo desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e a Prefeitura de Lucélia, onde agentes comunitários de Saúde e agentes de Controle de Vetores trabalham aos sábados realizando visitas de conscientização e eliminação de criadouros do Aedes aegypti.

A proposta do Programa é, por meio da conscientização, mobilizar e capacitar a população para atuar de maneira firme e articulada no combate à Dengue. Um dos principais objetivos é reduzir ou eliminar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, protegendo a todos e garantindo mais qualidade de vida à população.

O Programa será realizado quinzenalmente aos sábados até o mês de abril de 2017. Como incentivo, o Estado irá remunerar o município no valor de R$ 120 por dia de trabalho (aos sábados), de cada um dos agentes, por meio de repasse de recursos do Fundo Estadual para o Fundo Municipal de Saúde do município.

Não só no Brasil, mas em outros países, a dengue vem sendo considerada um dos maiores problemas de saúde pública. A busca por programas de prevenção, erradicação e/ou controle tem sido uma ação incessante das instituições sociais, mobilizadas pelo Ministério da Saúde e respectivas Secretarias de Saúde do Estado e Municípios.

O mosquito agora está mais forte e transmite além da dengue e febre amarela, o zika vírus e a febre chikungunya.