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Nos bastidores do esporte adamantinense, os comentários são de que a ex-jogadora de voleibol Claudia Conrradi (atual diretora de esportes da Selar), deverá  assumir o comando da Secretaria Municipal de Esportes, no lugar de Pedro Milanesi. A Selar, perderá o status de Secretaria e se transformará em diretoria. O corte de gastos nas contas da Prefeitura seria o motivo do afastamento de Milanesi. Vamos aguardar, se este ‘buxixo’ se confirmará.

Com três vitorias sob o comando do novo treinador Ricardo Bispo, o atual Gilson Bia, na equipe veterana da Vila Freitas/Fort Pedras foi desbancado. Ricardo vem mostrando um grande trabalho no Interfardão dando um novo ânimo para a equipe. Dizem que os resultados positivos já valeram sondagem do Beto Sassá, presidente da  equipe da Alamandas para assumir o time.

Outro assunto que está na boca dos esportistas é que o experiente goleiro  Tadeu Meira (ex-Aita; Itamarati, Jiboense e Lagartense de Alagoas), não estaria nada contente com sua situação de reserva no time de veterano do Laío F.C (no Interfardão). O jogador estaria inclusive pensando em rescindir seu contrato. O único problema seria a multa que o atleta teria que bancar para o time.

Caso verídico: Um ex-vereador da ‘Cidade Joia’ (não adianta perguntar o nome que não direi nem sob tortura), durante as últimas eleições, prometeu presentear um time da cidade com um jogo de uniforme (20 camisas). O parlamentar teria presenteado o dirigente do time com dez camisas e prometido que daria o restante em breve. Para fazer média com outros eleitores, o vereador teria dado o restante do uniforme para outra equipe. Dias depois, as duas equipes ‘presenteadas’ com os uniformes descobriram a ‘malandragem’ do então vereador durante um amistoso

Saudade do tempo em que a extinta CME (Comissão Municipal de Esportes) organizava passeios ciclísticos, torneios de futebol, voleibol de areia, rua de lazer, corrida pedestre, campeonatos de futebol varzeano, veteranos, juvenil, dente leite, entre outros. Atualmente a Selar não promove nada disso. Os diretores alegam que não tem caixa para realizar eventos. Bons tempos que não voltam mais.

Os dirigentes de uma equipe de futebol da região fizeram uma rifa para arrecadar fundos com o objetivo de manter despesas da equipe (medicamentos, viagens, etc). O problema, é que se passaram quatro meses e até agora, ninguém viu o resultado da tal rifa. Será que o ganhador não foi o japonês de Bastos?