Gestão e prestação de serviços em terras provincianas…

Artigo de Sérgio Barbosa, jornalista diplomado, professor universitário, doutorando em administração/gestão das organizações na UCP-UNIVERSIDAD COLUMBIA DEL PARAGUAY e consultor na área de gestão das organizações

“Não é dado ao saber humano conhecer toda a extensão da sua ignorância.” (Marques de Maricá)

“Uma erva daninha é uma planta que consegue dominar todas as artes de sobrevivência, exceto a de crescer em filas.” (Doug Larson)

Sérgio Barbosa

Faz alguns anos que os desencontros patrocinados com a área de prestação de serviços estão deixando a desejar na Província, pois, as reclamações são de todos os lados deste mesmo lado, portanto, torna-se mais do que necessário estar “batendo nesta tecla”…

Também, as diversas associações, bem como, sindicatos destas categorias, deveriam estar atentos aos problemas que afligem os clientes destes prestadores de serviços diversos, tendo em vista que o melhor marketing, continua sendo o denominado “boca-a-boca”…

Pode-ser que o problema seja localizado aqui ou ali, porém, existem muitas reclamações sobre tudo e todos que prestam tais serviços para a comunidade em geral, portanto, é necessário estar atento quando se contrata este ou aquele profissional, assim, a “recomendação” por meio de uma ou outra indicação para este ou aquele trabalho é fundamental nestes desencontros com a prestação de serviços…

Além do mais ou de menos, esses profissionais estão atuando em áreas de apoio para outras atividades em residências, comércio e empresas, desta forma, “todo cuidado é pouco” para ambos os lados, ou seja, para quem contrata e o prestador do serviço…

Talvez, uma das alternativas possa ser por meio das mais diversas “Campanhas de Conscientização” para o mercado, focando sobre a importância da prestação de serviços para com os clientes e assim por diante…

Entretanto, o que acaba prevalecendo sempre para que tudo fique na mesmice de sempre com relação as reclamações que na maioria das vezes não resulta me nada de nada, considerando que a demanda pelos serviços supera o número de profissionais disponíveis no mercado para tais atividades…

Outra coisa desta mesma coisa tem a ver com a proposta comercial entre “mercado e oferta”, tal qual a proposta acima, pois, quando existe mais demanda do que prestadores de serviços, quem acaba “pagando o pato” é o cliente e ponto quase final…

Neste contexto plural para o mercado focado na prestação de serviços, pode-se afirmar que em muitos setores a situação está com o “sinal vermelho” em alerta máximo, portanto, alguma providência deve ser adotada para que o “bem comum” prevaleça para ambos os lados…

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