Presidente da Câmara, Eduardo Fiorillo (DEM), analisa primeiro ano da 17ª legislatura (Foto: Divulgação)

2017 foi um ano de mudanças na política adamantinense. Novos gestores assumiram, novos políticos ocuparam os postos de protagonistas e novos desafios surgiram na cidade.

Ano passado também ficou marcado pela atuação dos vereadores, alguns positivamente e outros ainda não mostraram para o que foram eleitos. Sendo em sua maioria novatos, os legisladores buscaram divulgar mais seus trabalhos e, com isso, convencer a população que está trabalhando em prol dela. Porém, muitas vezes, a ferramenta utilizada por eles também foi usada pela comunidade que se fez mais presente nas cobranças.

Entre polêmicas que acercam a atuação política, o presidente da Câmara, Eduardo Fiorillo (DEM), analisou como positivo o primeiro ano da 17ª legislatura, que realizou 22 sessões ordinárias, 12 extraordinárias e uma solene, tendo 100% de frequência dos parlamentares. “Assíduos e participativos, fora e dentro da Câmara, nas comissões de estudos e no plenário, os vereadores adamantinenses apresentaram 1.165 proposições, isto é, 97 por sessão ordinária, uma média de trabalho realmente expressiva, abrangendo todas as áreas da Administração. Adamantina, com certeza, colherá bons frutos com o trabalho intenso e produtivo dos vereadores”, destacou o democrata ao IMPACTO.

No primeiro ano, os nove legisladores apresentaram 338 requerimentos e 738 indicações. “Muitos deles reivindicando recursos às autoridades das esferas estadual e federal, não sendo possível fornecer a quantidade exata dos atendidos. Dezenas de pedidos, porém, obtiveram êxito, contribuindo para amenizar problemas que afligem a população, principalmente nas áreas de saúde, educação e obras de infraestrutura. Quanto às Indicações, são proposições dos legisladores sugerindo medidas administrativas e melhoramentos públicos, sem obrigatoriedade de serem respondidas pelo Executivo, todavia foram bem acolhidas e resultaram em muitos atendimentos, sobretudo no âmbito das Secretarias de Obras, Agricultura, Saúde e Assistência Social”, pontuou o presidente da Câmara.

A primeira sessão deste ano está marcada para o próximo dia 5, primeira segunda-feira de fevereiro, às 20h. “Como se sabe, o Governo Municipal é exercido pela Câmara, com função legislativa e fiscalizadora, e pelo Prefeito, com função substancialmente administrativa. Embora distintas, as atribuições devem convergir para um único objetivo, o interesse público, o bem da coletividade governada. Na busca desse objetivo, pretendemos continuar oferecendo ao Executivo a colaboração necessária ao desenvolvimento econômico e social de Adamantina observando, evidentemente, os princípios da harmonia e da independência dos Poderes. A soma de esforços é fundamental para superar as dificuldades e agilizar as providências, pois perdemos conquistas valiosas nos últimos anos e precisamos de investimentos na saúde, educação, moradia popular, creches, infraestrutura, geração de empregos, entre outros”, enfatizou.

Conforme noticiado pelo IMPACTO, no exercício de 2017 a Câmara devolver à Prefeitura cerca de R$ 196 mil, correspondente a 10,93% do orçamento previsto.

“Com a restituição, sugerimos ao prefeito Márcio Cardim a destinação de R$ 115 mil à Santa Casa de Adamantina para instalação de transformador de energia elétrica mais potente e aquisição de máquina de hemodiálise para atendimento exclusivo na UTI, equipamentos considerados prioritários pela provedoria do hospital. Indicamos, ainda, que o saldo da devolução, no valor de R$ 81.772,67, seja usado pela Prefeitura para a execução de serviços de tapa-buracos nas ruas centrais e dos bairros, queixa frequente da população”, informou Fiorillo.