“O que não é conveniente para a colmeia, também não é para a abelha.” (Marco Aurélio)

Nesta semana, finalmente, ocorreu a largada dos/as postulantes/as aos cargos eletivos para o executivo e legislativo municipal em terras provincianas, portanto, “todo cuidado é pouco” com o famoso “canto das sereias”…

Além do mais ou de menos, como sempre, depende sempre deste ou do outro lado da moeda das “trocas nada simbólicas” quanto aos cargos e outras mordomias atrás das “paredes alvas”, tudo e mais alguma coisa pode ocorrer neste cenário que está além da província…

Também, o pode econômico nestes desencontros com as tais trocas, pode ou não fazer a diferença, para isso, basta voltar no tempo e recordar que o outro lado se viu em “papos de aranha” depois do resultado das eleições e ponto quase final…

Outra coisa desta mesma coisa, o jogo está se iniciando para ambos os lados, sem esquecer das tais coligações de interesses que se fazem presente para reforçar ou atrapalhar os candidatos ao executivo municipal…

Entretanto “muita água vai passar debaixo da ponte”, desta forma, é necessário estar em constante observação para um olhar além do denominado “senso comum” que predomina nas ruas, avenidas, cafés, padarias, pastelarias e outros cantos provincianos…

Não se pode deixar de lado, aquele outro dito popular tupiniquim que afirma: “que nas noites, todos os gatos são pardos…”, se bem que neste caso, ou seja, da politicagem local, pode-se escrever que tais gatos estão mais para “ratazanas” esfomeadas por este ou aquele cargo de secretário/as e assim por diante…

Bem como, a busca pelo “hollerith” que continua mais recheado do que nunca neste cenário “apocalíptico” para as finanças da prefeitura, todavia, o que importa neste momento é vencer e vencer, ainda, os fins podem justificarem os meios para os/as candidatos de um dos lados deste confronto que é mediado pelo poder econômico contra aqueles que buscam SER e não apenas ESTAR…

Tal confronto provinciano neste tempo novo tempo, traz um outro embate do passado em umas das muitas eleições presidenciais do “País do faz de conta”, a saber: “do tostão contra o milhão”…

Penso nos desencontros que estarão ocorrendo daqui pra frente nesta campanha eleitoral, mesmo assim, cada qual deve saber para onde correr, tendo em vista que em um outro tempo, “se cantou vitória antes do tempo e deu no que deu”…

A utilização do poder econômico em nome do desenvolvimento é uma “carta mais do que marcada” em política eleitoral ou eleitoreira para ser mais específico na Província, haja vista que “nem tudo que reluz é ouro” neste mercado predatório da busca pelo poder com o poder…

A “máquina” pode funcionar em um primeiro momento deste jogo massacrante de um dos lados desta moeda, mesmo assim, o tempo pode determinar para que lado o vento vai levar os votos dos/as eleitores/as…

Um outro detalhes são as pesquisas disto ou daquilo neste cenário mais do que interessante, tais estratégias foram importantes no passado e dependendo do contexto, ainda, podem fazer a diferença nesta fase inicial, no desenrolar das campanhas e na reta final, mesmo assim, não se pode esquecer do fantasma denominado de “margens de erro para mais ou pra menos”…

“Quem viver, vai ver…”