Camisetas, patos amarelos, panelas e mente bovina na província…

Artigo de Sérgio Barbosa, jornalista diplomado, professor universitário, doutorando em administração/gestão das organizações na UCP-UNIVERSIDAD COLUMBIA DEL PARAGUAY e consultor na área de gestão das organizações

“A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa.”

(George Orwell)

“Os animais são todos iguais, mas uns são mais iguais que outros. “

(George Orwell)

Aos animais provincianos, dedico!

Sérgio Barbosa (*)

Pra variar, existem em terras provincianas muitas pessoas que se acham acima disto ou daquilo, ainda mais quando o tema e temáticas estão relacionados com a política local ou em nível nacional…

Porém, nestes ocasos entre os muitos casos, pode-se escrever que tais pessoas estão sendo patrocinadas pelo denominado PIG, ou seja, PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA do “País do faz de conta”…

Portanto, não se pode levar a sério tais provincianos e provincianas, além do mais ou de menos, porém, neste caso, pode-se afirmar que é “de menos”, assim, melhor não levar as mesmas em consideração neste cenário provinciano…

Mesmo assim, sempre é bom ter uma ou mais referências sobre a proposta do famigerado “senso comum” que predomina na Província e por isso, cada qual deve saber como sair destes desencontros com a opinião (sic) alheia…

São provincianos/as que ficam patinando sempre no mesmo lugar comum, todavia, não se pode esquecer aquele dito popular que afirma: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”…

Entretanto, pra variar, a mediocridade destas pessoas neste contexto plural para a sociedade provinciana pode esconder muitas coisas e coisinhas em nome deste ou daquele poder…

Apesar de que a realidade continua mais cruel do que nunca em todas as áreas, assim, todos/as de um jeito ou de outro, estão comprometidos/as com suas escolhas “nada simbólicas” na Província…

Tais pessoas travestidas de provincianos/as que se escondem atrás das suas carapuças, camisetas da corrupta CBF ou daquele “pato amarelo”, continuam, ainda, tentando “estar” e se esquecem de “ser” neste tempo novo tempo em nível glocal, ou seja, do global (Planeta Terra) para o local (Província)…

Na realidade, são vultos na multidão sem rosto, tal qual uma “boiada” sem rumo, haja vista os “boiadeiros de plantão” deste lado, se bem que esses são dominados pela tal “mente bovina” provinciana…

Além dessas figurinhas mais do que carimbadas que estão em todos os cantos da província, ainda, existem outros/as que estão presos/as em suas “caixas de pandora”, talvez, esperando que a tal “porta da esperança” possa se abrir para os/as ditos/as cujos…

Mas, como sempre, cada um com seus desencontros neste cenário provinciano em tempo de pós-globalização organizacional, desta forma, que aquele/a “provinciano/a” possa estar em conexão com este tempo que se chama hoje em “terras brasilis”…

Também, que as “panelas provincianas” retornem em todos os cantos, bem como, as tais camisetas amarelas e os muitos “patos” (sic) para outros desencontros nas ruas e avenidas da Província…

Quem viver, vai ver…

 

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